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A IMPORTÂNCIA DO LIMITE

Para psicólogos, caso Bruno ilustra falta de limites comum em celebridades do esporte

A prisão do goleiro Bruno Fernandes, do Flamengo, suspeito de participação no desaparecimento da ex-amante Eliza Samudio, chamou a atenção para abusos cometidos por diversas celebridades esportivas, segundo especialistas em psicologia do esporte.

"É uma pena o final de uma carreira tão brilhante", diz o presidente da Associação Paulista da Psicologia do Esporte, João Ricardo Cozac.

"A linha que une todos os casos de escândalos envolvendo celebridades do esporte, no mundo inteiro, é uma pseudo-idealização que esses atletas têm de si mesmos", afirma o psicólogo.

"A ideia de que podem tudo, como se estivessem acima de qualquer suspeita, de qualquer crítica, de qualquer julgamento, que está ligada a uma inadequação social", diz Cozac.

"Como se não tivessem noção de limites, de até onde podem ir." Origem e infância Segundo Cozac, no Brasil é comum que atletas e celebridades em geral tenham origem humilde e acabem enfrentando dificuldades para se adaptar a uma mudança brusca de status social e econômico.

"Eles vão se isolando cada vez mais de um mundo social e de uma realidade saudável", diz Cozac. "Usam o dinheiro para conseguir tudo o que querem, não precisam fazer nada." O isolamento é apontado por especialistas como uma característica comum em atletas e outras celebridades, e não apenas nos casos que envolvem esportistas e artistas com origem em classes sociais mais baixas.

"Eles têm vidas solitárias", diz a psicóloga americana Yolanda Bruce Brooks, fundadora do instituto The Sports Life Transitions, especializado no trabalho com atletas e equipes.

"Desde a infância, as pessoas começam a tratá-los de maneira diferente, a fazer exceções", afirma Brooks, que há mais de 20 anos trabalha com atletas dos mais variados esportes e suas famílias.

Com o tempo, diz Brooks, muitos acabam com a impressão de que não precisam seguir as mesmas regras aplicadas ao resto da sociedade.

Referências Outro ponto em comum associado a atletas envolvidos em escândalos é uma infância sem referências afetivas.

Bruno foi criado pela avó, na periferia de Belo Horizonte. O pugilista americano Mike Tyson, que ao longo de sua carreira protagonizou vários escândalos e chegou a ser preso por estupro, foi abandonado pelo pai aos dois anos de idade.

"Muitos têm histórias familiares complexas, de abandono, de falta de modelos femininos. Têm lacunas no desenvolvimento emocional", diz Cozac.

No entanto, nem todos se encaixam nesse modelo.

"Kobe Bryant, por exemplo, teve uma figura paterna bem presente", diz Brooks, referindo-se ao astro do basquete americano, filho de um ex-jogador e treinador, que já enfrentou uma acusação de estupro.

Segundo a psicóloga americana, ao viver suas vidas em público o tempo todo, essas celebridades acabam sofrendo também um impacto maior quando cometem algum erro.

"Mas eles sabem que vivem suas vidas em público e, consequentemente, estão sujeitos a isso", diz Brooks. "São pessoas como nós, às vezes cometem erros de julgamento. Mas devem ser responsabilizados por seus erros."


• http://noticias.uol.com.br/bbc/2010/07/09/para-psicologos-caso-bruno-ilustra-falta-de-limites-comum-em-celebridades-do-esporte.jhtm
BRUNO: DE  HERÓI A VILÃO



Não se fala em outra coisa nos últimos do dias, sobre o caso que envolve o goleiro Bruno do Flamengo. E digo que ainda não há nada de conclusivo sobre o caso, mas o que quero relatar aqui são minhas  impressões sobre o que tenho ouvido sobre está história, que com certeza não será a única nem a última.
Ao ouvir uma reportagem sobre o que estava acontecendo, em um programa semanal, vejo pais preocupados em não falar abertamente o que está acontecendo com o atleta, pois os filhos poderão ficar com problemas psicológicos. Pois bem, é aí que a droga começa. Criança não gosta de mentira, ela percebe todas as enganações que os adultos fazem. Querer preservar a imagem de quem quer que seja, desprezando o ser humano, já faz desses pais um fracasso, e e um dia, o filho com certeza irá cobrar, seja com atitude, seja com questionamento.
Estamos diante de um crime que estarreceu a opinião pública, pela crueldade, e bestialidade como foi premeditado e executado. Mas quero chegar à raiz do problema. Ouvindo sobre a vida pregressa do atleta, percebe-se um abandono da família, pobreza e coisas do tipo. Mas... A maioria da população brasileira não é rica e casos de abandono ocorrem diariamente.  Acontece que jogadores de futebol são tratados como deuses e acabam atraindo uma outra espécie, a mulher, que num primeiro momento engravida e depois exige DNA para provar que  o filho é do famoso. Essa história tem na verdade dois vilões : assassino e a vítima,  numa cadeia alimentar canibalística, onde sempre tem um abandonado,filho, geralmente gerado em grandes orgias.
Tem ainda um outro aspecto: sempre num crime hediondo como este tem um menor, protegido pelo ECA, que é uma eca,  certos da impunidade, que ao completar 18 anos todos os delitos são apagados num passe de mágica.
Somos um povo movido a bunda, futebol e cerveja , como já escrevia há algum tempo. O país para quando a seleção joga. Mas as pesoas não param de adoercer, nascer e morrer e tudo tem de ficar para após os jogos daquilo que é o ideal de  quase todo menino : ser jogador de futebol e jogar na seleção . Começa o círculo vicioso: ser famoso no futebol é um status magnífico: mansões, carrões, mulheres, escândalos e filhos, sendo que o último não é a parte melhor na vida deles.
Mulheres: gostam sim dos tipos cafajestes, pois apanham e nada fazem.    Um elemento que fala “...quem já não saiu no tapa com namorada, mulher... ´e normal... Em briga de marido e mulher ninguém mete a colher “ Pode não meter a colher, mas pode acabar na cadeia como tudo indica que vai acontecer. A mulher apanha e não se mexe, pois tem a dependência financeira do elemento macho. Ideal feminino hoje de profissão: ser modelo , top model ou qualquer coisa parecida.  A  maior parte que não chegam ao sucesso, tem uma grande possibilidade de se tornar garotas de programa.
Não seria mais fácil ficar com o filho sem exigir a paternidade ? A verdade aparece um dia. Não acredito que possamos deixar a realização pessoal nas mão de outra pessoa. Cada um tem o dever de buscar sua realização e o dever de preservar sua cria. Usar criança para obter altas pensões não garantem futuro, nem presente.
Moral da história caso Bruno: mais uma criança, sem mãe,  sem pai, na mão de avós, onde o direito de ter uma famíla, não a convencional, mais uma que lhe desse amor, foi privada pelos instintos sexuais de adultos insaciáveis por prazer.
Portanto , senhores pais, explicam a seus filhos que o goleiro da maior torcida brasileira engoliu um frango enquanto homem: deixou passar sua vida pelas grades.


Fernanda Pietra

Professores são agredidos e precisam até de escolta.

A Secretaria de Educação de SP não dá números para “preservar as escolas” e anuncia mediadores de conflitos
07/06/2010 - 11h40 . Atualizada em 07/06/2010 - 12h14
Lana Torres

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Professor com medo de aluno. Esse é o clima em escolas públicas da região de Campinas. Um estudo, feito pelo Sindicato dos Professores do Estado de São Paulo, revela que 34% dos professores campineiros já foram agredidos fisicamente por alunos e 58,3% já sofreram agressão verbal. Os casos são tão frequentes que professores e diretores tratam as ocorrências como caso de polícia.

Em Paulínia, no início do ano, uma professora teve de ser escoltada por GMs da escola pra casa, após ter sido ameaçada por alunos. O caso de Paulínia não é isolado. Um professor de matemática de Sumaré, que não quer se identificar, foi ameaçado por um aluno do ensino Médio, em março. Por impedir o estudante de usar o celular na sala, foi empurrado na parede e o aluno avisou que se vingaria.
“Acho que é obrigação da escola registrar BO. Eu fiz porque esse tipo de atitude é coisa de bandidagem”, disse.
Não só professores estão na mira. P.F.D. é inspetora numa escola estadual em Campinas. Em abril, foi ameaçada por um aluno e levou o caso pra polícia. “Essas agressões não vão dar em nada. Mas é crime”, disse. Para a Diretora do sindicato, Suely Fátima de Oliveira, nos últimos meses, a gravidade e a frequência das agressões aumentaram. O sindicato tem um site onde o professor registra casos de violência, mas ela recomenda fazer o BO.
A Secretaria de Educação de SP não dá números para “preservar as escolas” e informa que cada uma terá um professor pra mediar conflitos.

 

 

Fonte:http://cosmo.uol.com.br/noticia/55233/2010-06-07/professores-sao-agredidos-bre-precisam-ate-de-escolta.html

 

ATÉ QUANDO PROFESSOR VAI SE AMEDRONTRAR DIANTE DE TANTA FALTA DE LIMITE ?

ENCARA E VAI  FAZER  B. O. OU ENTÃO FECHEM OS OLHOS E DEIXE QUE A VIDA OS TRATE COMO MERECEM: COM UM PONTAPÉ NA BUNDA.